segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Feliz Natal e ótimo Ano Novo Escritores!

Escritores! Amanhã é Natal, depois Ano Novo, estou muito animada! Mais um ano que se passou e eu espero que tenha sido um ano ótimo para vocês, esse ano tive oportunidades ótimas para escrever, tive o carinho de todos vocês e podem ter certeza que vou levar para sempre todos os aprendizados. Eu quero que vocês sejam muito, muito felizes e acreditem em seus sonhos, que o bondoso Deus esteja sempre com vocês e que nesse final de ano Jesus renasce em seus corações. Tenho novidades, estou escrevendo um livro e se tudo der certo vou publicá-lo e mostrar o primeiro capítulo para vocês, me aguardem hehehe. Bom, eu estraguei meu computador e não poderei postar nenhum textinho para vocês. Então não sei quando voltarei ao Sendo Escritora. Espero que seja logo, eu não vou abandonar vocês e retribuirei todos os comentários quando puder. Beijos gigantes, até breve.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Um só coração

Copos quebram, a carga do pensamento da garota está voando, levando-as aos ares, tudo havia piorado, mal tinha controle de seus atos. A respiração ofegante se aliviou ao vê-lo, o sorriso perfeito se abriu, acompanhado de suas covinhas, Anna espirrou gotas de alergias, misturadas com lágrimas desesperadas. Mãos grandes e silenciosas a seguraram, colocando seus dedos trêmulos em volta de seu pescoço, beijando-a calmamente, as lágrimas o molhavam por completo. Mal sabiam que o amor estava presente, mal sabiam que crises depressivas e beijos arrebatadores tornava-os um só coração.



PS.: Esse texto não me agradou, mas eu não podia deixar vocês na mão hah. A propósito, as verificações de palavras ainda está presente nos comentários? Beijos
 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Mais próximo que o conto de fadas

Gotas geladas caem sobre seus ombros fracos, molhando seus cabelos compridos, causando-lhe arrepios.
Anita nunca quis ser a popular, sempre quis ter alguém especial ao seu alcance, alguém que não fugisse na primeira amostra de seus defeitos.
 Perder no esconde-esconde, tropeçar e cair com tudo no chão, não a chateava mais, apesar de nunca ter se sentido pronta para enfrentar a idade adulta. Eram pingos pesados o suficiente para encharcar os cabelos finos, fino como a camada que reveste seu coração, fina demais para qualquer cara mal intencionado entrar estreitamente, criando raízes, marcando presença nos textinhos escrito aos suspiros, saindo quando o mesmo pula de paixão. Os romances dos filmes, das obras de Nicholas Sparks, ou mesmo de John Green estavam longe dos seus dedos miúdos, não aparecia um  Landon Carter ou mesmo Augustus Waters, declarações apaixonadas, rosas maravilhosas. No final de cada cena a protagonista era acanhada demais para descobrir os mistérios do amor, um diretor preguiçoso, uma cabeça tomada de razão deixada de lado.
Apesar da água estar tão gelada que mal podia deixar de se encolher rapidamente, o horizonte não estava longe da cachoeira que se encontrava, o paraíso desejado estava mais próximo que o conto de fadas.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Eu não as vejo

As faíscas que saem de mim quando tocas minhas mãos são perceptíveis, mas eu não as vejo, talvez eu esteja cega, hipnotizada por seus olhos. Quando estas perto de meu alcance, tudo fica calmo, como nos dias chuvosos, tudo fica parado, nublado. Meu corpo se contrai quando passas pela porta, meu coração pulará junto ao seu em qualquer momento, se eu não me afastar, ele enlouquecerá de vez.






( Qualquer semelhança com o autor é mera coincidência, beijão) 

domingo, 24 de novembro de 2013

Mirando-a novamente

Os anos se passaram rapidamente
Escaparam entre os dedos
Como o vento escapa entre as cordas vocais das vozes inocentes

Os cabelos esvoaçando lentamente
         A brisa passa levantando o perfume das rosas
O rosto do amado
Seus olhos quentes mirando-a novamente

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Vale a pena ler de novo #6


Ensina-me

Oh, ensina-me a te amar intensamente
A não te querer tão desesperadamente
Ensina-me a aguentar sua ausência, sua falta de experiência
Diminua minha ansiedade
Pois assim quem sabe
Estarei pronta para dar-lhe minha liberdade
Meu amor desgovernado 

sábado, 16 de novembro de 2013

O conto de fadas perfeito

A chuva caí, lavando as calçadas do condomínio onde moro, eu simplesmente não consigo deixar de lembrar daquela vez que imaginei você e eu abraçados vendo meus filmes preferidos, fazendo qualquer coisa boba ao som de One Direction, eu me lembrava todas as vezes que caia um trovão que eu não tinha seus braços fortes me abraçando, que você não gostava da minha banda favorita, você nunca seria o Liam Payne, nem uma mistura de Niall Horan, não. Seria apenas você e eu, nunca existiu um nós no meio de seus sorrisos.
Eu não poderia agarrar seus cabelos macios. Parecia naquela época tão injusto eu não poder ler seus pensamentos, mas agora eu entendo e fico feliz em não ter entrado em contato com sua cabeça, eu imaginei tudo, misturei os garotos perfeitos e usei seus olhos, seus cabelos, sua pele, para criar um fruto imaginário, algo surreal. Estar apaixonada, me ajudou, minha mente foi prestativa, milhares de poemas se misturavam entre a realidade e a imaginação, me proporcionando alívios passageiros, uma felicidade de ter saído algo bom comparada a uma mente tão confusa, tão boba. O coração pulava, pulava muito, mas se acalmava como em um ataque cardíaco. Sentir pena da garota de meses atrás não vai adiantar, mas não consigo me ver novamente apaixonada, não sou uma menina com o coração partido, sou uma menina que se afundou no seu conto de fadas perfeito.

domingo, 10 de novembro de 2013

Vale a pena ler de novo #5

Olá escritores! Eu não poderia deixar de agradecer a vocês por todo o carinho do post anterior, podem ter certeza que adorei saber a opinião de vocês referente a um assunto tão importante, que infelizmente é deixado de lado. Bom, para hoje vos trago a oportunidade de reler uma carta.

Falando sozinha


            Seu beijo doce se foi, como um trovão amaldiçoado. Você foi como o clarão antes do raio assustador. Como a brisa refrescante antes da escuridão daquelas noites escuras, em que meus medos se transformavam em formas assustadoras, andando pelas ruas, fazendo com que meu coração saísse pela boca, mas você estava ali e nada chegaria perto para me prejudicar, seus dedos estavam entrelaçados aos meus. Você foi por tanto tempo meu garoto preferido, meu sonho, minha felicidade.

Agora o que me resta é lembrar de tudo o que me faz acreditar que foi real, que você foi real. Você sempre estará na minha memória, sua risada rouca e abafada ecoa em meus ouvidos me causando aquele arrepio casual, aquele, meu amor, que você sorria ao ver como você me deixava a tocar minha pele, a beijar delicadamente minha bochecha. Você se lembra? Bem, eu me lembro como poderia esquecer? Eu ainda sinto seu beijo calmo me tirando da realidade, oh como eu sinto sua falta!
Eu me pergunto Rodrigo se você está me protegendo, se eu poderia sentir seu toque novamente, se é possível ouvir seus passos vindo ao meu encontro, eu preciso desesperadamente de seu abraço protetor. Por favor, me diga que isso não passa de um pesadelo de uma garota agitada. Você diria? Eu sei que diria.
Eu preciso olhar em seus olhos escuros como a noite, só esta noite. Me acorde e me diga que o café está servido, que isso tudo é uma mera mentira, contada para assustar crianças arteiras.
Estou aqui na frente deste papel manchado por lágrimas, falando sozinha. Quem diria que aquela menina forte, metidinha, estaria aos pedaços? Quem diria que você ia me transformar em uma garota tão frágil, totalmente perplexa por seus encantos? Eu ainda sou a Mariana que você conheceu aquela menina que morava no final da sua rua, só que agora não tenho mais 17 anos, um ano se passou, estou prestes a ir para faculdade, realizar meu sonho, mas o que importa se eu não tenho mais você? Não tenho mais meu Capitão Rodrigo?
Se você soubesse que estou escrevendo em vão, você se indignaria. Você não suportaria ver meus olhos, seus olhos acabados. Eu sei que você não verá e muito menos lerá. Você não acreditaria se eu te contasse, que após receber a notícia que você tinha ido, tinha partido, eu liguei para seu celular, liguei tantas vezes acreditando que você atenderia e eu ouviria sua voz. Não foi sua voz que eu ouvi, foi a voz gravada, aquela voz chatinha da sua operadora dizendo que seu número não existia, assim como você. Mas digitar seu número, fazia-me sentir mais viva, me fazia lembrar das vezes que passamos horas conversando, me fez lembrar das vezes que tocastes minha música preferida, eu não poderia ver seu sorriso, mas eu escutava sua voz suave.
Agora veja só, eu tenho o seu violão aqui a meu alcance, mas eu não consigo fazê-lo funcionar, para você era tão fácil da mesma maneira que era tão fácil te amar. Ele é uma lembrança que eu tenho, a qual olho todos os dias, o coitado tolera minhas lágrimas, que caem pesadas e dolorosas. Você não as enxuga você não me faz cócegas para parar de chorar.
Mas me diga, se você lê-se esta carta, diria que este texto que a faz existir, é bom o suficiente para ser postado no blog?
Volte e tire meus pés deste solo inútil, desta realidade deprimente, volte e me tire desta dor que deixa meu corpo doente.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Nítida como minhas lágrimas

Chamo-me Marcos, estou a cerca de dois anos neste hospital, há crianças, jovens e velhos, me encaixo na última categoria dos pacientes que precisam de cuidados específicos. Confesso que nunca presenciei tanto sofrimento, o que me machuca a cada dia, ver que pequenos seres precisam se acostumar a praticamente morar neste local, tantas vezes temido por mim.
Médicos entram no meu quarto, me olham com pena e me dirigem um sorriso de orelha a orelha. Esses sorrisos não são verdadeiros, por que a verdade é que eles sentem nojo da minha pele enrugada, eles não querem me olhar nos olhos, eu sei por que. Eles não querem enxergar a realidade que está debaixo de seu nariz, preferem acreditar que são o centro do universo, quanta hipocrisia.
Os tempos são outros, mas minhas lágrimas são as mesmas. São as mesmas lágrimas de um homem que enfrentou a guerra, que lutou por sua sobrevivência, que não precisou passar por cima de pessoas para conquistar seu lugar, que diversas vezes precisou deixar de lado suas angústias para brotar um sorriso em seu filho tão amado. São lágrimas de um velho que já foi jovem, que se casou com a moça mais bonita da cidade, que construiu uma família, são lágrimas de alguém que foi vítima do tempo, vítima da indiferença de seus próprios filhos. De um homem de idade que não presenciou a alegria de ter um neto.
            Cá estou deitado imóvel nesta cama, ouvindo um vai e vem rotineiro. Me distraio com passos, meus ouvidos estão fracos, mas nada me impede de ouvir uma risada fraquinha se aproximando, me espicho na cama e a esperança volta a morar no meu coração, que bate forte ao ver meu neto correndo em minha direção. Sinto uma gota de água tocar minha pele, uma mísera goteira, nítida como minhas lágrimas, que se misturam ao visualizar o sorriso franco de meu filho, o sorriso escancarado do meu neto querido.
           
 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Sabíamos que seria assim


Você sabe o por que gosto tanto da primavera, o seu perfume cheira a primavera e mesmo quando estivermos longe eu sentirei seu aroma refletir pertinho dos meus pensamentos. Não é justo, mal podemos nos tocar com frequência, nossos corpos estarão unidos, por uma fração de segundos. Você conseguiu alcançar seu sonho, meus sorrisos aparecem com frequência ao olhar para a margarida que me deste, eu não posso brincar de bem-me-quer mal-me-quer, não mais.  Meu sonho está cada vez mais longe, tão perto e tão distante. Eu suspiro, por que de uma forma ou de outra sabíamos que seria assim, mas o gelo precisa do fogo para se aquecer.            


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Um errinho qualquer


Você não sabe o quanto sou confusa, o quanto minha mente se perturba, a saber, que errei mais uma vez, depois de diversas vezes. Poderia me fazer de forte, mas eu não sou não sou nem um pouquinho forte, você me quebrou e mal consigo juntar meus cacos. Não sou boa em quebra-cabeças, você sabe disso, eu olho os cacos e não acho os lugares certos, talvez eles nunca estiveram certos. Não é uma questão de querer fugir, é uma necessidade que vem se tornando mais forte desde aquele dia, um errinho qualquer, que nos deixou imóveis, destruídos, as bocas incapazes de falar, eu fui incapaz de dizer o que por tantas vezes tentei sem sucesso esconder, agora sabes a verdade, sabes o motivo de tanta deslealdade.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Um novo começo, ao passado distante.

              Sentada em frente à mesa, que lhe pertence desde criança, vejo-a murmurar palavras desconexas. Contemplando fotografias antigas, de um futuro promissor, o cílio em sua bochecha a faz parecer ainda mais bela, o rosto de jovem madura, tornando-a menina. O sorriso em seus lábios doces a distanciava da luz fraca, as mãos trêmulas, miúdas apertavam com força um pedaço de papel, a sala estava silenciosa, seus pensamentos estavam a mil. Ora, escondia tantas coisas, o passado a atormentava tanto, batendo em sua porta, o vilão, impedindo a mocinha a dar ênfase ao conto de fadas. Não faria diferença se as pessoas soubessem, não mudaria o lugar que estaria às fotos antigas não saiam do lugar, criaria pó, assim como aconteceria com seu coração se não voasse para longe, rumo ao futuro. À medida que o relógio anunciava que logo escurecia, Manuela respirava o perfume da tarde fria, a garota tímida rasgaria o papel que transparecia a carga que seu pensamento carregava, esqueceria tudo que a deixava pálida, sem ar, escolheria esquecer o passado que a destruiu, voaria em busca do canto do rouxinol, jogando o cílio pela janela, anunciando um novo começo, para uma nova era.



 PS.: Queridos escritores, este texto foi escrito para o blog Amanda Vitória, a pedido da blogueira. Convido-os  a visitá-lo, com certeza irão adorar. Um novo começo, ao passado distante é de minha autoria! Se você tem um blog e estiver interessado ao meu ''trabalho'' entre em contato pelo Twitter @NataliaScholze, pelo e-mail natischolze@hotmail.com ou através dos comentários que sempre são visualizados, como preferir :)  Espero que gostem! Beijos

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Vale a pena ler de novo #4

Boa noite escritores queridos!
Hoje é a postagem de número 100!
Estava empolgada com os novos textos e acabei deixando de lado nosso ''projeto'' " Vale a pena ler de novo''. Para hoje trago um poema, que escrevi próximo aos dia dos Namorados, na semana mágica que as declarações estão mais presentes. Espero que gostem.
 
 
 
 Nosso amor
 
Nosso amor começou
Em simples gestos
Demonstrando um sentimento puro e inocente

O jeito que nos olhávamos
Dizia tudo o que escondíamos
As pessoas percebiam e nós não reparávamos

Nosso amor transparecia
Atravessava fronteiras
Reunia todos os perfumes
Das flores mais belas

O que sentíamos só cresceu e refloresceu
Nosso amor criou a lua
Transformou as flores
Trazendo a primavera

Nos transformando em eternos namorados.
 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Fugir da prisão que me colocaste


Bitolada, quieta quando algo está errado. Talvez eu só queira fugir da prisão que me colocaste. Um clichê, algo novo, conhecido, ignorados pelos demais. Presa entre o ciúmes, pela falsidade. O buraco que foi tapado por uma maneira tão fria, tão vazia e enganosa. Mal posso voar, que seus problemas me fazem cair, como a chuva caí lá fora, pegando de surpresa crianças assustadas. Sonhar é o que restou no meio do inesperado. As coisas precisam melhorar, você não entenderá.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Beije-me


Beije-me esta noite para que eu possa esquecer tudo o que me espera longe de seus braços, me transmita sua alegria, permita aos meus ouvidos sentir seus sussurros distantes de meus dedos. Deixe-me sentir seu hálito perfumando meus pensamentos, não fuja de mim. Oh, querido, enquanto nossas respirações tornam-se apenas uma estou no paraíso, estou voando nas nuvens. Preciso de sua mão na minha, seu olhar em meus olhos, mesmo que por pouco tempo, mesmo que você desvie o olhar envergonhado. Não se torne apenas uma miragem, não suportarei perdê-lo de vista, meus olhos querem acompanhar seus passos largos.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Meu conto no livro ''Crianças e Jovens da 14ª CRE Escrevendo Histórias''


Olá leitores!
Faz tempo que eu não posto, desanimo talvez.
Hoje trago uma novidade que me deixou super feliz e como gosto de compartilhar momentos bons, estou aqui :)
Bom, tudo começou com a ajuda do meu querido professor Ivo, meu professor de Literatura e Português, que vem me ajudando a conquistar meu sonho, desde o começo do ano. ''Resolvemos''mandar um escrito meu para participar do livro ''Crianças e Jovens da 14ª CRE Escrevendo Histórias'' e para minha surpresa fui classificada. Vocês se lembram do conto A descoberta? Foi o felizardo publicado. O lançamento foi dia 06/10, domingo, na Praça do Brique.
Eu iria postar antes, mas estava aguardando as fotos que estavam com a Professora Salete, infelizmente só consegui uma, pois acabaram sendo perdidas, restando as tiradas por mim e minha família. Confiram:






Cá estão a diretora do meu colégio a Professora Salete, como vocês podem ver se chama Colégio Estadual Missões, eu hehe e meu Professor Ivo, após receber cinco exemplares do livro.






Fiquei muito feliz, realmente não esperava. As surpresas não param por aqui, um escritor famoso daqui de Santo Ângelo, o simpático Otávio Reichert ( tive a oportunidade de conhecer seu livro ''Os melhores poemas'')  me convidou para um acampamento de poesias, estou super animada e ansiosa, além de mencionar meu nome no Jornal A Tribuna da cidade, com um singelo incentivo e apoio que não poderia passar em branco. Foi uma emoção só!

A capa é ilustrada pela Cruz Missioneira e a linda Catedral da minha cidade.


Espero que vocês tenham gostado, foi um dia muito importante, que sempre estará na minha memória, foi muito bom representar meu querido Colégio, além de ser reconhecida. Conhecer jovens, que assim como eu valoriza a escrita e crianças que desde cedo são amigas das letras, foi uma experiência que valeu muito a pena.Obrigada pessoal pelos 170 seguidores! Vocês são ótimos! Beijos.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Vale a pena ler de novo #3

Boa noite leitores!
Bem, eu decidi que apesar de ultimamente  não ter escrito tanto, continuarei com nosso ''projeto'' que recebe o nome de ''Vale a pena ler de novo'', embora não seja criativo, me proporcionou aquele momento conhecido, posso dizer, na qual você lê o que escreveu anos atrás e fica '' Oh, eu escrevi isso?'' foi algo impressionante e até engraçado, embora meus pensamentos não terem sofrido uma grande mudança, minha forma de me expressar tomou um novo rumo. Okay me empolguei, mas este ''texto'' todo foi feito por que cheguei a conclusão que trazer para o Sendo Escritora novamente seus primeiros posts seria algo interessante. O texto da vez é  o ''Olhando para o mundo'', escrito há bastante tempo! 

Olhando para o mundo

Olhando para o mundo eu percebo que não me encaixo muito bem, tenho pensamentos que muitas pessoas não tem, tenho atitudes que uma pessoa pode achar horrível e outra grandioso.
O mundo nem sempre é como queremos, nem sempre estamos perto de pessoas que achávamos que seria eternamente e que o tempo se encarregou de afastá-la de nosso alcance.
A vida parece estranha, há pessoas que não dão nem a mínima para os outros, enquanto há pessoas que se doam para o próximo e eu fico pensando se o mundo é correto e se Deus imaginou assim.
Há tantas injustiças que muitas crianças acham que é assim e que será para sempre, mais às vezes nem é como parece ser, pode ser tão diferente como achamos que nos apavora, o mundo pra cada ser é visto de outro ângulo, de outro jeito como se não fosse o mesmo.
O que devemos pensar? Que tudo o que acontece na nossa frente é normal? Ou talvez que devemos nos conscientizar e achar que sempre será assim?

domingo, 29 de setembro de 2013

A tentativa da estação


A primavera voltou, tudo o que atormentava foi embora com o inverno rigoroso, dando lugar à brisa suave, a nova tentativa da estação, que chegou arrancando sorrisos, sinceros, repletos da alegria encontrada no jardim florido. A fase, o precipício, tornou-se pó. Um pó inofensivo que levado pelo vento, não derramará lágrimas, não atormentará a mente confusa, libertará a garota que esteve presa pelos sentimentos descobertos em meio ao orvalho congelado.
Como era lindo o céu com suas estrelas resplandecentes. Oh, como era bom para seu estado de espírito contemplá-las, estar livre para viver, conhecer novos lugares, apaixonar-se outra vez.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Vale a pena ler de novo #2

 Olá escritores de plantão! Hoje darei continuidade ao nosso ''projeto'', espero que gostem do poema da vez. Bom, estarei bastante distante do Sendo Escritora, os motivos são escolares. Logo voltarei com novos escritos, se Deus quiser :)   

Poderíamos

Poderíamos andar em baixo daquelas árvores
Que com a mudança de estação
As flores cairão ao nosso lado

Poderíamos deitar na relva
Que parece sombria à noite
Mas ao seu lado tudo fica resplandecente

Poderíamos viajar juntos
Conhecer nossos lugares
Seus lugares preferidos

Poderíamos ver a neve
Tirar fotos ridículas
Só para marcar o momento

Poderíamos tomar um chá
Não por que eu gosto
Mas para diminuir quem sabe

A gripe que adquirimos
Após fazer dois anjos na neve
De mãos dadas a cantar

domingo, 22 de setembro de 2013

Vale a pena ler de novo

Olá escritores!
Hoje trago um poema que já foi postado no blog, na época que não tínhamos um número grande de leitores. O cobertor da minha infância é muito querido por mim, por este motivo que trago-o novamente ao Sendo Escritora. Espero que gostem ;)

 O cobertor da minha infância 

Naqueles dias chuvosos
Que tudo está úmido 
Tudo está gelado 
A neve caia lá fora
Crianças pediam agoniadas 
Implorando para brincar 
Naquela neve fria
Que descia como anjos
Do céu
Eu somente observava
Era o primeiro ano que via a neve
Aqueles floquinhos gelados 
Era tudo novidade
Um espetáculo da natureza
Na minha infância não tinha neve
Na minha infância eu corria na grama
Me deitava naquele verde e levantava rápido
Para que os bichinhos não viessem em mim
Observando essa neve 
Segurando uma xícara de chá
Enxergo pela janela 
Pássaros com gorros e luvas
Bailando no cobertor branco
E eu sonhando atrás do vidro observando 
Lembrando do meu cobertor verde e aconchegante
Da minha infância

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Diga-me


Diga-me se aceitará meu amor doente
Meu amor dormente
As crises de identidade
Diga-me se aguentará os chiliques noturnos
O torpor depois da tempestade

Diga-me se leria meus poemas confusos
Se deixaria a luz ligada antes de dormir
Se seria capaz de me abraçar todas as noites
Silenciando-me
Amando-me
Tirando-me dos devaneios
Transformado muitas vezes em um texto deprimente

                                                   

terça-feira, 17 de setembro de 2013

[TAG] Complete as frases!

Olá  leitores ;D 
Hoje não postarei um texto e sim responderei uma Tag ( saudades de responder Tags) que foi indicada pela Val do blog  Lendo, Imaginando, Vendo e descobrindo, muito obrigada Val! Fiquei muito feliz por ter lembrado do Sendo Escritora.
Então vamos lá!




Regras:

1) Completar todas as frases;
2) Repassar para 6 pessoas e avisá-las;
3) Ao completar as frases, você pode optar por manter as mesmas ou inventar outras.

• Sou Muito... caseira 

Não suporto... falsidade 

Eu nunca... fui para Praia 

Eu já... me afoguei na piscina da chácara do meu tio

• Quando criança... costumava cantar em frente a minha casa

• Neste exato momento... estou com uma vontade imensa de comer brigadeiro

• Eu morro de medo... de altura

• Eu sempre gostei de... escrever

• Se eu pudesse... não seria ansiosa

• Fico feliz quando... converso com quem eu amo

• Se pudesse voltar no tempo...não me deixaria enganar com amizades 

• Adoro... dormir

• Quero muito... encontrar alguém que mude minha vida

• Eu preciso... aprender a ter paciência

• Não gosto... que fiquem no meu pé

Blogs indicados:

Chá de boneca
 
 

 

sábado, 14 de setembro de 2013

Minha melhor amiga



Mais uma manhã em frente ao computador, tudo parecia tranquilo, ainda estava de pijama, apesar de seus pais tentarem fazê-la se vestir corretamente para um sábado em família. O dia anterior havia sido cansativo, durante a semana se distraiu e acabou dormindo tarde, fazendo com que estivesse sonolenta e rabugenta. Mas apesar disto, a sexta-feira, a famosa sexta- feira foi agradável, teve a oportunidade de ler um livro que até então estava super famoso, não era para tanto a ‘A culpa é das estrelas’ encantou-a.
Era o tipo de livro que Yasmin tinha prazer em ler, que retratava o que ela mais sonhava, um amor puro e verdadeiro que não precisava estar no topo das paradas para ser eterno. Entretanto, estava decidida que esta não era a hora, pelo simples fato de seu príncipe encantado não ter dado as caras. 
Os sapinhos haviam aparecido, Yasmin não sentia nada por eles, eram conhecidos que sei lá por que gostavam dela, uma pessoa nada especial, comum que se encontra em qualquer lugar, se procurasse acharia até melhor. Não poderia negar que tinha um menino muito bonito que via todos os dias, no começo achava-o incrível, o tipo de garoto que ficaria horas e horas papeando, sem saber qual era o assunto principal, que tinha dado começo a conversa.
Eu a conhecia muito bem, eu era o tipo melhor amigo, que ela não percebia que era completamente apaixonado por ela, passava horas em minha casa jogando conversa  fora, como me encantava em suas palavras, com seus cabelos bem penteados, que não se comportavam como ela queria.
Yasmin era o tipo de garota tranquila, que vivia em seu mundo, o mundo do amor, das histórias românticas. Costumava me fazer assistir os filmes que foram feitos baseados em seus livros preferidos, escritos por um tal de tio Nick, eu ainda não sei o nome dele apesar de Yasmin ter me falado milhares de vezes, zangada, contestando minha falta de atenção. Mas como poderia prestar atenção se minha melhor amiga estava linda ao meu lado de pijama? Sem nenhuma maquiagem, apenas sendo a menina que eu conhecia desde menino.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Poesia e livro Claudia Schroeder

Olá leitores!
 Faz algum tempo que ganhei um livro de poesias, meu primeiro livro de poesias!! Seus poemas são simples, escritos pela Claudia Schroeder ela é publicitária e poetisa. Nasceu em Santo Ângelo, interior do Rio Grande do Sul, a cidade que eu nasci e moro, bom não é tão interior assim hahaha.
Eu adorei este livro e a autora, me identifiquei bastante. Acreditam que ela publicou seu primeiro livro aos 14 anos? Além de ganhar vários prêmios, seu talento é muito grande. Achei demais, muitas pessoas me incentivam a publicar  um livro, bom eu não sei se eu escrevo bem o suficiente, mas enfim para o post de hoje trago o poema mais bonito e adorado por mim. Espero que gostem.



No beco
 
Um beijo no ouvido
um te amo escondido
uma piscadinha ao vento
um encontro ao relento.
Reze para que só a lua
cheia e nua
tenha sido
testemunha



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Projeto: Eu me amo!

Olá escritores!
Conheci um blog muito bacana, o Diários de Lindy quando estava visualizando os posts me deparei com este ótimo projeto, que levanta nossa auto estima. Eu sei que o Sendo Escritora é um blog de textos, mas é sempre bom dar uma descontraída, não é? 
Então vamos lá:





O projeto consiste em 4 itens:
- Postar 5 fotos suas que acha que está bonita;  - Citar 5 coisas que acha que poderia melhorar em você; - Depois 10 coisas que você goste (fisicamente ou não); - Pedir para que seus leitores digam o que mais gostam em você;








5 Coisas que poderiam melhorar:

Meu cabelo, minha alto estima, minha paciência, meu nariz, meus dentes.


10 Coisas que gosto em mim:


Minhas covinhas, meus olhos, minhas bochechas, minha mania de escrever, minhas unhas, minhas sobrancelhas, Minha alegria ( que ás vezes é abalada), minha simpatia, minha preocupação com os estudos, minha facilidade em conversar.



E aí o que vocês mais gostam em mim?  Espero que tenham gostado, 

Beijos 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Falando sozinha

Boa noite meus queridos escritores! A cerca de três dias atrás estava deitada na minha cama, ouvindo música, algumas eram bem sentimentais, fazendo com que me desce uma vontade imensa de escrever esta carta. Bom, sinceramente eu não sei de onde veio estas palavras, pois nunca passei por nenhuma experiência parecida. Eu gostei desta carta, pois remete um amor tão sensível e verdadeiro, tão esperado por mim. Espero que vocês gostem, confesso que ela ficou muito extensa, mas vale a pena ler hehe, se não gostarem por favor me contem ;) Beijos, Nati.

                                   Falando sozinha



            Seu beijo doce se foi, como um trovão amaldiçoado. Você foi como o clarão antes do raio assustador. Como a brisa refrescante antes da escuridão daquelas noites escuras, em que meus medos se transformavam em formas assustadoras, andando pelas ruas, fazendo com que meu coração saísse pela boca, mas você estava ali e nada chegaria perto para me prejudicar, seus dedos estavam entrelaçados aos meus. Você foi por tanto tempo meu garoto preferido, meu sonho, minha felicidade.
Agora o que me resta é lembrar de tudo o que me faz acreditar que foi real, que você foi real. Você sempre estará na minha memória, sua risada rouca e abafada ecoa em meus ouvidos me causando aquele arrepio casual, aquele, meu amor, que você sorria ao ver como você me deixava a tocar minha pele, a beijar delicadamente minha bochecha. Você se lembra? Bem, eu me lembro como poderia esquecer? Eu ainda sinto seu beijo calmo me tirando da realidade, oh como eu sinto sua falta!
Eu me pergunto Rodrigo se você está me protegendo, se eu poderia sentir seu toque novamente, se é possível ouvir seus passos vindo ao meu encontro, eu preciso desesperadamente de seu abraço protetor. Por favor, me diga que isso não passa de um pesadelo de uma garota agitada. Você diria? Eu sei que diria.
Eu preciso olhar em seus olhos escuros como a noite, só esta noite. Me acorde e me diga que o café está servido, que isso tudo é uma mera mentira, contada para assustar crianças arteiras.
Estou aqui na frente deste papel manchado por lágrimas, falando sozinha. Quem diria que aquela menina forte, metidinha, estaria aos pedaços? Quem diria que você ia me transformar em uma garota tão frágil, totalmente perplexa por seus encantos? Eu ainda sou a Mariana que você conheceu aquela menina que morava no final da sua rua, só que agora não tenho mais 17 anos, um ano se passou, estou prestes a ir para faculdade, realizar meu sonho, mas o que importa se eu não tenho mais você? Não tenho mais meu Capitão Rodrigo?
Se você soubesse que estou escrevendo em vão, você se indignaria. Você não suportaria ver meus olhos, seus olhos acabados. Eu sei que você não verá e muito menos lerá. Você não acreditaria se eu te contasse, que após receber a notícia que você tinha ido, tinha partido, eu liguei para seu celular, liguei tantas vezes acreditando que você atenderia e eu ouviria sua voz. Não foi sua voz que eu ouvi, foi a voz gravada, aquela voz chatinha da sua operadora dizendo que seu número não existia, assim como você. Mas digitar seu número, fazia-me sentir mais viva, me fazia lembrar das vezes que passamos horas conversando, me fez lembrar das vezes que tocastes minha música preferida, eu não poderia ver seu sorriso, mas eu escutava sua voz suave.
Agora veja só, eu tenho o seu violão aqui a meu alcance, mas eu não consigo fazê-lo funcionar, para você era tão fácil da mesma maneira que era tão fácil te amar. Ele é uma lembrança que eu tenho, a qual olho todos os dias, o coitado tolera minhas lágrimas, que caem pesadas e dolorosas. Você não as enxuga você não me faz cócegas para parar de chorar.
Mas me diga, se você lê-se esta carta, diria que este texto que a faz existir, é bom o suficiente para ser postado no blog?
Volte e tire meus pés deste solo inútil, desta realidade deprimente, volte e me tire desta dor que deixa meu corpo doente.

sábado, 7 de setembro de 2013

Ensina-me



Oh, ensina-me a te amar intensamente
A não te querer tão desesperadamente
Ensina-me a aguentar sua ausência, sua falta de experiência
Diminua minha ansiedade
Pois assim quem sabe
Estarei pronta para dar-lhe minha liberdade
Meu amor desgovernado 




quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Querido diário

Querido diário,

Eu sei que faz algum tempo que não apareço por aqui, mas não foi uma escolha somente minha, era preciso. Simplesmente achei melhor ficar um pouco afastada, colocando minha cabeça no lugar, eu literalmente não me conhecia, aquela nova pessoa não poderia ser eu.
Meus escritos estavam deprimentes, acaba brigando com meus pais por qualquer coisa, ficava irritada por eles me pedirem ajuda, era assustador. Eu sei e sabia que aquilo os magoava, era egoísmo de minha parte não querer ajudá-los, sendo que eles fizeram tudo por mim.
Eu só queria dormir e ouvir minhas músicas no último volume, sem me importar se prejudicaria meus ouvidos. Nada importava, nem minha sobrevivência.
No sábado saí irritada de minha casa, não me interessava em olhar para os dois lados da rua. Fui atravessando quando vi uma menina e um menino vestidos com farrapos pedindo comida a um homem qualquer, o mesmo negou e as crianças sentaram-se tristes na calçada, desoladas.
Meu coração pulou e sai do meu torpor, senti uma vontade imensa de brotar a alegria no coração daqueles pequeninos, era necessidade. Eu os ajudaria, os alimentaria.
Diário, eu não sei explicar, eu só sei que toda aquela raiva, aquela tristeza se esvaziou de mim, como se nunca estivesse existido. Sinto-me tão leve, com uma vontade imensa de escrever, escrever coisas alegres, coisas que me engrandecem.
Estou de volta, meu sorriso voltou e eu a ser feliz.
Megan Sullivan.  
São Paulo, 18 de abril de 1996.